O viajante corporativo é feliz?

Não é segredo que empresas de sucesso investem em viagens para melhor atender seus clientes, prospectar novos mercados e expandir ainda mais seus negócios. Executivos e profissionais que costumam representar suas corporações em compromissos nacionais e internacionais têm papel muito importante. Recente pesquisa encomendada pela companhia aérea britânica Virgin Atlantis revelou que para cada dólar investido em uma viagem de negócios, a empresa tem retorno de aproximadamente US$ 10 em receita e US$ 2,5 em novos negócios.

Apesar da crise econômica e da constante pressão por redução de custos por parte das empresas, a tecnologia não substituiu as reuniões presenciais, pois quando elas não ocorrem, as negociações não terminam bem. É o que afirmam 28% das 2.500 empresas que participaram de uma pesquisa realizada em 29 países pela American Express Global Business. Dados da Consultoria Deloitte também reforçam este número. Estudo da consultoria revela que 40% das reuniões presenciais, em qualquer setor, conseguem consolidar ou fechar novos negócios.

Dada a importância da função que executivos e funcionários que viajam a trabalho exercem nas organizações, é importante conhecer seu perfil, suas necessidades e como as viagens podem contribuir ainda mais para o bem-estar do viajante de negócios e, consequentemente, para a geração de novos negócios. Os executivos que viajam a negócios têm idade média de 38 anos, 60% são homens, sendo que 63% ocupam cargos gerenciais ou técnicos, ainda segundo levantamento da companhia aérea.

Esses executivos estão acostumados a viajar pelo mundo, pois realizam em média 5,4 viagens a negócios por ano. Entre os profissionais ouvidos pela Movere Viagens o número é ainda maior: 2 a 3 viagens por mês. Os entrevistados destacam que em situações em que a frequência de viagens coincida com a frequência do destino, há uma oportunidade ainda maior para fortalecer o relacionamento com o cliente.

Recursos que garantam melhor aproveitamento do tempo são os principais aliados dos viajantes.  Com a tecnologia é possível que uma pessoa trabalhe em qualquer lugar, seja durante o trajeto até o aeroporto, ou até mesmo no avião. Mesmo durante o voo os executivos enxergam possibilidades de novos negócios. Ainda segundo a pesquisa,  1 em cada 5 viajantes corporativos fazem negócios com quem conheceu durante o voo. Como tempo é dinheiro, aproximadamente dois terços dos entrevistados já encaram uma reunião em apenas uma hora após o desembarque.

Embora o trabalho seja o principal foco da viagem e as agendas  sejam na maioria das vezes tomadas por compromissos pré-agendados e voos em horários apertados, 9 entre 10 profissionais procuram reservar tempo para se divertir na mesma viagem. E mais da metade dos entrevistados disseram que já aproveitaram a mesma passagem para montar um roteiro onde pudessem esticar a viagem para descansar, conhecer algum ponto turístico ou simplesmente relaxar.

Se o viajante corporativo é feliz? Entre os entrevistados, 61% acreditam que tem o melhor trabalho do mundo. A sua empresa administra as viagens de negócios? Quais são as necessidades dos profissionais que viajam  representado a sua empresa? Como a organização poderia lucrar mais com viagens corporativas? Comente e continue acompanhando as tendências do setor nos próximos artigos.

 

fonte:

http://movereviagens.com.br/o-viajante-corporativo-e-feliz/

 

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