Congresso tem projetos para flexibilização de vistos

Novidades sobre visto e passaporte

    A ideia do deputado Eduardo Cadoca é extinguir a cobrança de canadenses, americanos, japoneses, neozelandeses e australianos

Brasília, DF – A exigência de visto para americanos que querem visitar o Brasil foi o tema do encontro entre o presidente da Embratur, Flavio Dino, e o deputado Carlos Eduardo Cadoca (PSC-PE). Durante a conversa, Cadoca apresentou os três projetos de lei de sua autoria que tratam do assunto. “A exigência de visto para americanos deve estar na pauta das principais autoridades do turismo do Brasil, por isso a importância de debatermos essa questão”, ressaltou o presidente.

O primeiro projeto (PL 2430/2003) apresentado ao presidente trata da quebra da reciprocidade da exigência de visto. Segundo Cadoca, a ideia é extinguir a cobrança de canadenses, americanos, japoneses, neozelandeses e australianos. “Todos são mercados potenciais. No entanto, Canadá e Estados Unidos são prioritários”, destacou.

Já a PL 3059/2008, também mostrada a Dino, cria o sistema de “visto eletrônico”. Para o deputado, é necessário diversificar e facilitar a vida do turista que queira visitar o Brasil. Por último, o deputado falou sobre o Projeto de Lei 1916/2011, que propõe a suspensão de vistos de 1º de janeiro de 2013 a 31 de dezembro de 2016, período de Copa e Olimpíadas. “É o momento que temos de nos mostrar para o mundo. Não devemos criar barreiras, como o visto, por exemplo”, falou o deputado.

Cadoca acrescentou que, hoje, a maioria dos turistas americanos que visitam o Brasil vem ao país a negócios. Para ele, é preciso criar condições para que o estrangeiro venha a lazer e conheça os belos destinos turísticos brasileiros. Para isso, completou, é preciso acabar com as dificuldades.

Ao final do encontro, o presidente disse ao deputado que é fundamental a existência do debate público do assunto, envolvendo Congresso, empresas de turismo e governo federal. “O assunto deve estar na pauta e o senhor (deputado Carlos Eduardo Cadoca) deve seguir com esta luta no Congresso”, destacou Dino.

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