ST. BARTH

Saint Barthélemy, São Bartolomeu, St. Barths ou St. Barth – são vários nomes possíveis para identificar apenas uma única ilha. St. Barth, como muita gente prefere chamar (e nós também!), é um lugar tranquilo e bem preservado, que muito se assemelha a um pedacinho luxuoso da França, em meio às águas cristalinas do mar caribenho.

Com ritmo pacato de cidade do interior a maior parte do ano, onde os pássaros cantam logo cedinho e pessoas se cumprimentam ao se verem nas ruas, fica claro que esse é um destino singular. Na ilha, que fala francês e utiliza o euro, os costumes do velho continente estão sempre presentes, a começar pelo café da manhã, que quase frequentemente acompanha bons croissants. Pense em St. Barth mais como um destino europeu do que como um destino latino.

Quando ir a St. Barth

Para quem planeja viajar a St. Barth, o frio não é empecilho. Com médias de 29ºC no verão e de 26ºC no inverno, durante todo o ano há temperaturas agradáveis para curtir a praia e o mar.

A alta temporada se estende da segunda semana de dezembro até abril, meses de inverno e período em que a ilha vive seu auge e fica cheia de gente e de festas. Apesar de o inverno ser mais seco e a probilidade de pegar chuva ser menor, o lado negativo da temporada são os altos preços, que ficam ainda mais significativos se a viagem envolve Natal e Réveillon.

O que fazer em St. Barth

Viajando para uma ilha, nada melhor do que curtir suas praias, afinal, são elas as principais atrações de St. Barth. Vale lembrar, no entanto, nem só na praia divertem-se os visitantes; comer bem, fazer compras e curtir a vida noturna também fazem parte de um roteiro ao destino.

Bonito

O local é moderno e realmente bonito, como sugere seu nome. O restaurante tem um DJ que faz uma seleção de músicas toda noite e funciona bem tanto para quem quer apenas sentar-se para ouvir música e beber drinks como para os que querem jantar. A localização e a vista para Gustavia são muito legais e dão um toque especial à refeição, principalmente se você puder ocupar uma mesa perto da janela.

Dõ Brazil

Praias bonitas não faltam em St. Barth e, se bater aquela vontade de fazer um refeição num lugar pitoresco, podendo admirar uma bela praia, vá ao Dõ Brazil. O restaurante fica bem em frente a Shell Beach, uma das praias mais interessantes da ilha, e, de quebra, oferece todo o conforto para ficar na beira do mar.

Dicas de St. Barth

– As mesmas regras de imigração que regem a França servem para St. Barth e St. Martin. Quem viaja a turismo por até 90 dias a St. Barth não precisa de visto prévio, apenas do passaporte. É importante certificar-se de preencher alguns pré-requisitos exigidos pelas autoridades francesas, como: passagens de ida e regresso, reserva da hospedagem, comprovação de fundos para a viagem e seguro-saúde. Para maiores informações, consulte a página de vistos do consulado francês.

– A moeda oficial de St. Barth e utilizada pela maioria das pessoas é o euro, sendo o dólar também aceito em diversas transações (a cotação varia de acordo com o estabelecimento). Cartões de crédito são muito utilizados e a capital, Gustavia, conta com caixas eletrônicos para sacar dinheiro. Informações mais específicas sobre esse tema você encontra em nosso post sobre dinheiro e gastos.

– A ilha de St. Barth é cara; por isso, não é um destino que indicamos caso você tenha planos de fazer uma viagem barata ou economizar. O custo de vida – e, consequentemente, os custos de viagem – é alto; viaje consciente. Uma das melhores maneiras para conseguir controlar as despesas é não comer nos restaurantes mais badalados todos os dias e viajar na baixa temporada.

– Violência não é uma preocupação em St. Barth. O lugar é tranquilo, seguro e tem ritmo de cidade do interior, onde muita gente se conhece e se cumprimenta nas ruas. Vez ou outra vê-se carros abertos nas ruas, com pertences do lado de dentro. Nossa sugestão é aproveitar o lugar para relaxar, mas sem descuidar de suas coisas.

– St. Barth não tem transporte público; alugue um veículo para não depender dos táxis (caros) e ter independência para circular.

– Estacionar em Gustavia pode ser um pouco chato, às vezes é preciso ter paciência para encontrar uma vaga.

– As tomadas de St. Barth e St. Martin seguem o padrão francês: 220 volts, com três pinos redondos, sendo um deles saliente. Você provavelmente precisará de um adaptador para recarregar seus aparelhos.

 

Fonte:  http://guia.melhoresdestinos.com.br/st-barth-122-c.html

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